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A respeito da Festa do Acolhimento


Breve reflexão pessoal


No início do Advento vivemos, na nossa comunidade, a Festa do Acolhimento do Grupo dos Amigos de Jesus, cuja notícia e fotografias ainda hão de ser partilhadas no nosso site pelos seus catequistas. Estas crianças, que agora começam a conhecer melhor Jesus e a fazerem a sua primeira experiência de comunidade, manifestam uma grande alegria e vontade de aprender.

Será que nós, os adultos, os acompanhamos nesta sua caminhada? Daí o meu desejo de partilhar convosco esta pequena reflexão.


Nesta festa, assim como em todas as missas e nas poucas vezes que entro nas suas salas de catequese, estas crianças mostram um grande carinho por mim, pelas suas catequistas e até pela nossa Shalom que as surpreendeu nesse dia de festa! Mais do que coisas materiais, elas precisam de se sentir acolhidas, respeitadas, ouvidas…, numa palavra: amadas! O afeto, o abraço, o sorriso…, faz-nos sentir bem e amados, e é isso que Jesus nos ensina a fazer. E são elas, as crianças, estas que ainda vivem com tanta pureza e inocência, que nos dão a maior de todas as lições.


De facto, Jesus dizia: «Deixai vir a mim os pequeninos e não os afasteis, porque o Reino de Deus pertence aos que são como eles» (Mc 10,14). Aprendamos, então, a viver com maior simplicidade e a confiarmos uns nos outros, dando espaço ao encontro e à amizade. Em casa, enquanto pais, estamos a “dar tempo” aos nossos filhos para que sejam crianças e se sintam verdadeiramente amados? Na catequese, nós os catequistas, estamos a mostrar o verdadeiro rosto de Jesus, vivendo e pondo em prática aquilo que lhes ensinamos?


A Catequese não é para entreter: os desafios que lançamos e as atividades que organizamos, são para ajudar estas crianças a sentirem o Amor que Jesus nos tem, o quanto Ele nos quer bem e felizes, e para criarmos em todos o desejo de fazermos d’Ele o nosso Melhor Amigo!


Daí que todos nós – padre, catequistas e pais, devamos caminhar juntos, com a certeza de que, com Jesus no coração, estas crianças e todos nós, seremos muito, mas mesmo muito mais felizes!

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