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  • 1 “Jesus nos procura e nos convida a dedicar-Lhe espaço no íntimo do nosso coração. Damo-nos conta?”
    (Papa Francisco)
  • 2 “Amar e perdoar como o próprio Deus ama e perdoa. Trata-se de um programa de vida que não pode conhecer interrupções nem exceções”
    (Papa Francisco)
  • 3 “Se Deus está presente na nossa vida, a alegria de anunciar o Seu Evangelho será a nossa força e a nossa felicidade”
    (Papa Francisco)
  • 4 “O universo é mais que um problema científico, é um mistério de alegria, é uma linguagem de amor de Deus por nós”
    (Papa Francisco)
  • 5 “Envolvidos pelo amor terno e misericordioso de Deus, como membros felizes e abençoados de uma Igreja de rosto terno e de coração materno”
    (D. António Francisco, bispo do Porto)
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Nos Trilhos do Mestre 12 II Domingo Páscoa

Terminou o Ano da Misericórdia! Mas certamente que a Misericórdia de Deus não acaba, pois esse é o Seu Nome: “O Nome de Deus é Misericórdia” (Papa Francisco). Como tal, o Ano que terminou deve servir apenas como um impulso para uma nova forma de viver a fé, comprometidos em seguir pelos trilhos do Mestre que veio revelar-nos o Rosto da Misericórdia do Pai!

Assim – e esse é o desejo do Papa Francisco, a Igreja deve continuar a percorrer os caminhos da Misericórdia, saindo de si mesma e avançando até às periferias para poder por em prática os ensinamentos do Mestre, levando, nos seus gestos, a Misericórdia do nosso Deus que a todos ama, não esquecendo ninguém. Diz o Papa: “Com efeito, a misericórdia não se pode reduzir a um parêntesis na vida da Igreja, mas constitui a sua própria existência, que torna visível e palpável a verdade profunda do Evangelho. Tudo se revela na misericórdia; tudo se compendia no amor misericordioso do Pai…”

“Agora, concluído este Jubileu, é tempo de olhar para diante e compreender como se pode continuar, com fidelidade, alegria e entusiasmo, a experimentar a riqueza da misericórdia divina. As nossas comunidades serão capazes de permanecer vivas e dinâmicas na obra da nova evangelização na medida em que a «conversão pastoral», que estamos chamados a viver, for plasmada dia após dia pela força renovadora da misericórdia. Não limitemos a sua ação; não entristeçamos o Espírito que indica sempre novas sendas a percorrer para levar a todos o Evangelho da salvação” (Carta Apostólica “Misericordia et misera).

Vamos, então, procurar propor, cada semana, algumas pistas que nos ajudem a ler o Evangelho do Domingo seguinte, abertos à ação do Espírito que nos faz agir com misericórdia, à imagem do nosso Pai. Afinal… queremos continuar a caminhar pelos trilhos do Mestre!

Após o percurso quaresmal que, este ano, nos pôs “A caminho, com Maria, pelas fontes da Alegria”, chegamos à meta da Páscoa! Mas será que a minha vida é vivida à luz da Ressurreição de Jesus? Será que os meus gestos, as minhas opções, os meus relacionamentos…, são conduzidos pela esperança de Vida nova que nasce do sepulcro vazio? Neste Tempo Pascal somos convidados a continuar a caminhar, agora à luz desse grande mistério que celebramos da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, dispostos a transportarmos para a vida essa Alegria que fomos experimentando a cada semana da Quaresma. Mais, o empenho que pusermos na ação será, ao fim ao cabo, uma forma de percorrermos o caminho, com Maria, por novas fontes da Alegria; experimentaremos a mesma Alegria de Jesus que ofereceu a Sua vida por nós, por amor! Para (re)início de percurso é-nos oferecida a fonte da Misericórdia: como experimentá-la? Como fazer dela norma de vida? Meditemos no Evangelho desta Semana (Jo 20, 19-31):

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana,

estando fechadas as portas da casa

onde os discípulos se encontravam,

com medo dos judeus,

veio Jesus, colocou Se no meio deles e disse lhes:

«A paz esteja convosco».

Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado.

Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor.

Jesus disse-lhes de novo:

«A paz esteja convosco.

Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós».

Dito isto, soprou sobre eles e disse lhes:

«Recebei o Espírito Santo:

àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados;

e àqueles a quem os retiverdes serão retidos».

Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo,

não estava com eles quando veio Jesus.

Disseram-lhe os outros discípulos:

«Vimos o Senhor».

Mas ele respondeu lhes:

«Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos,

se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado,

não acreditarei».

Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa

e Tomé com eles.

Veio Jesus, estando as portas fechadas,

Apresentou-Se no meio deles e disse:

«A paz esteja convosco».

Depois disse a Tomé:

«Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos;

aproxima a tua mão e mete-a no meu lado;

e não sejas incrédulo, mas crente».

Tomé respondeu-Lhe:

«Meu Senhor e meu Deus!»

Disse-lhe Jesus:

«Porque Me viste acreditaste:

felizes os que acreditam sem terem visto».

Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos,

que não estão escritos neste livro.

Estes, porém, foram escritos

para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus,

e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.

Continuando com o mesmo esquema que adotamos nas últimas semanas da Quaresma e que julgamos mais pertinente, após a leitura do Evangelho, deixa-te questionar por algumas interpelações que te propomos:

·         O Evangelista João faz referência ao “primeiro dia da semana” para narrar o primeiro encontro de Jesus ressuscitado com os Seus discípulos, mas também nos fala de um segundo encontro “oito dias depois”… Que importância tem o Domingo, o primeiro dia da semana, na minha vida? Jesus coloca-se no centro da comunidade que se reúne! Procuro formar comunidade, não vivendo de costas voltadas para ninguém e tendo sempre Jesus como referência principal?

·         O grande dom do Ressuscitado à comunidade reunida é a “Paz”! Sinto em mim essa paz que só Jesus me pode oferecer? A minha amizade com Ele ajuda-me a superar diferenças e divisões na família, no trabalho, na comunidade…?

·         O Ressuscitado não é um fantasma, é o mesmo Jesus que deu a vida por nós e que, por isso, nos continua a manifestar todo o seu amor, mantendo os sinais visíveis da Sua Paixão. Assim, o encontro com Ele proporciona verdadeira Alegria em todos aqueles que O reconhecem presente no meio da comunidade! Sinto esta Alegria do encontro com Jesus na comunidade reunida, nomeadamente quando celebramos a Eucaristia? A minha relação com Jesus é uma relação viva, com Alguém que sinto presente junto de mim ou uma relação muito superficial, de circunstância?

·         Jesus continua hoje a enviar-nos, tal como o Pai O enviou a Ele, para, com a força do Seu Espírito que faz de nós homens e mulheres novos, comunicarmos a todos o amor e a misericórdia do nosso Deus! A minha vida é um sinal da bondade de Deus que quer oferecer o Seu Amor e o seu Perdão a todos os homens? Reconheço que a minha missão no mundo é continuar a obra de Jesus que quer salvar todos os homens? O que faço, em concreto, para ser esse sinal da Misericórdia de Deus?

·         Tomé representa todos aqueles que, por vezes, se afastam da comunidade e que, desde fora, não querem dar ouvidos àquilo que lhe possam dizer, julgando até aqueles que permanecem dentro da comunidade. É necessário permanecer para fazer a experiência do encontro autêntico com o Ressuscitado. Ele agora não será mais “visto”, mas “acreditado: «Felizes os que acreditam sem terem visto». Alimento a minha fé com a graça dos Sacramentos e na construção de uma comunidade viva, unida por laços de amizade e fraternidade?

Com Maria, continua a percorrer as fontes da Alegria e… não só abre os braços para acolher a Misericórdia de Deus manifestada na Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, como também manifesta essa mesma Misericórdia nos teus gestos de cada dia para com todos!

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